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Conselho Deliberativo da Fenafisco aprova adesão à Greve Geral do dia 30 de Junho

13 Junho 2017

NOTA PÚBLICA

O Conselho Deliberativo da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), em sua 182ª Reunião Extraordinária, realizada na cidade de São Luís-MA, nos dias 8 e 9 de junho de 2017,

Fenafisco prestigia 11º Congresso Nacional e 6º Internacional da Febrafite, no Ceará

13 Junho 2017


O presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Charles Alcantara, compôs a mesa de abertura do 11º Congresso Nacional e 6º Internacional da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), na noite de domingo (11), em Fortaleza-CE. A solenidade reuniu autoridades, parlamentares, representações do serviço público e do Fisco nacional e internacional, no Gran Marquise Hotel, em uma cerimônia marcada pelo discurso em defesa do fortalecimento das instituições de Estado e da democracia, diante da atual conjuntura política do país.
O ex-governador do Ceará e vice-presidente do PDT Nacional, Ciro Gomes ministrou a conferência de abertura do evento, oportunidade em que avaliou o quadro social, político e econômico brasileiro. Para ele, apesar de ser um velho lutador na vida política não é uma tarefa simples, pois nunca viu convergirem tantas e tão pesadas nuvens sobre a sociedade brasileira como as de hoje.

Para ele, o cenário atual é de colapso da política. A linguagem da democracia pela primeira vez é vista por ele como uma crise sem bastidor. “A política precisa se exercitada para além das páginas dos jornais e de uma conversa franca entre adversários, além de ter limites, precisa ter valores e premissas. ”

Segundo o político, o Judiciário e o Ministério Público estão fazendo política e as franquias democráticas estão sendo todas jogadas na lata do lixo. “O rito democrático é desprezado diariamente por todas as autoridades, especialmente pelas que deveriam zelar pela lisura e sanidade”, disse.

Ciro destacou que o Brasil adia para o futuro o enfrentamento político de construir um nível “doméstico de capital”, suficiente para sustentar nossas necessidades e vontade de crescimento. “Hoje, a formação bruta de capital do Brasil voltou a patamares ridículos de 15%, sendo que já chegamos no melhor momento do Lula a 17%, e hoje estamos em 15% indo para 14%, isso é absolutamente insuficiente”, analisa.

Ciro tem como tese que hoje o Brasil ainda está obrigado a reagir às emergências, as fogueiras derivadas disso, como a da restauração da democracia. “O Brasil chegou a um ponto que estamos proibidos de crescer, o que explica as gravíssimas tensões políticas que estamos vivendo, porque o setor privado está com o seu passivo estrangulado e não há um centavo sobrando nos caixas para qualquer tipo de investimento.

Ao final, o palestrante rebateu a tese de que o país voltou a crescer nesse trimestre.

Com o objetivo de discutir a cidadania fiscal, voltada ao bem-estar social o evento  segue até quarta-feira (14).

Fonte: Febrafite