Setembro 2020

Servidores públicos municipais, estaduais e federais participaram, na manhã desta quarta-feira (30), em Porto Alegre, de uma manifestação contra a proposta de Reforma Administrativa e para denunciar o processo de desmonte dos serviços públicos no País. Mesmo sob chuva, a manifestação organizada pela Frente dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul, com apoio dos sindicatos que a integram, levou os servidores para a frente do Hospital Pronto Socorro (HPS), na capital gaúcha.

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Bittar afirma que proposta estará implícita no texto que ele está finalizando

Após o governo ensaiar um recuo na proposta de financiar o Renda Cidadã com dinheiro dos precatórios, o dia de ontem terminou com uma indefinição em torno de como se pretende custear o programa social bolsonarista.

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Soa estranho Guedes apontar o dedo para o Congresso no caso dos precatórios quando esteve no anúncio ao lado de colegas e de Bolsonaro

O discurso de ontem do ministro da Economia, Paulo Guedes, buscou esfriar os ânimos em torno da proposta de financiar o Renda Cidadã com a limitação do gasto com precatórios. A fala de Guedes, a primeira pública após a convulsão nos mercados, contudo, apresenta contradições. Ele tentou desvincular as duas questões, mas quem fez a associação foi o governo, com direito a foto e tudo.

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Ideias incluem alta de impostos e unificação de benefícios sociais. Planalto já revê uso de precatórios para financiar substituto do Bolsa Família

RIO e BRASÍLIA - Diante da reação negativa de mercado e especialistas, o Palácio do Planalto já estuda fazer ajustes e descartar o uso de recursos dos precatórios como fonte de financiamento do Renda Cidadã, programa que vai substituir o Bolsa Família.

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Depois de governo anunciar que a fonte de renda do substituto do Bolsa Família seria os precatórios da União, ministro afirmou que eles são uma ‘dívida líquida e certa’ e que o governo ‘vai pagar tudo’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou ontem o uso de recursos de precatórios (dívidas que o governo tem de pagar por determinação da Justiça) para financiar o Renda Cidadã, o programa social que o presidente Jair Bolsonaro quer colocar de pé até o fim do ano. Depois das críticas de investidores, Congresso e órgãos de controle que viram a estratégia como “pedalada”, as discussões do substituto do Bolsa Família voltaram praticamente à estaca zero e há avaliação de líderes do Congresso de que a votação deve ficar para 2021.

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Congresso ameaça derrubar veto de Bolsonaro e prorrogar desoneração da folha até fim de 2021

Para tentar abrir caminho para a votação da proposta que cria o Renda Cidadã e corta despesas em situações de aperto fiscal, interlocutores do governo avaliam incluir no mesmo texto o aval à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para os 17 setores atualmente beneficiados.

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Uso de precatórios, que restringe pagamentos da União, não teria partido do Ministério da Economia e foi rejeitado por Guedes

Seguindo orientação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que cancelou as discussões do Renda Brasil, a equipe econômica se afastou da busca por uma alternativa ao financiamento do programa social para evitar mais desgastes ao ministro Paulo Guedes (Economia).

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Equipe afirma que reformas estruturais estão suspensas com chegada do pleito eleitoral

O Ministério da Economia suspendeu o andamento de reformas estruturais diante da proximidade das eleições municipais e da pouca disposição de lideranças políticas para debater mudanças no período.

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