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MA: Campanha de valorização do fisco maranhense é realizada nas ruas de São Luís, pelo Sindaftema.

No mês passado, o Maranhão ficou em destaque após a notícia de que o estado encontra-se na 2ª melhor situação fiscal do Brasil, ficando atrás apenas do Ceará.

A constatação surgiu após um estudo feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – Firjan. A pesquisa “A situação fiscal dos estados” fez um ranking da crise fiscal dos estados, do pior para o melhor, baseando-se nos dados de 2016. Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo lideram, respectivamente, o quadro de desempenho surgindo como os piores estados em situação fiscal atualmente.

O excelente cenário no qual se encontra o Maranhão em momentos de crise econômica demonstra a eficiência do trabalho que os auditores fiscais estaduais vêm realizando ao longo do tempo na Sefaz, atuando constantemente na luta contra a sonegação fiscal e possibilitando que o tributo pago pelo consumidor chegue aos cofres públicos e mantenha a administração pública em equilíbrio com seus gastos.

Para levar a boa notícia à população maranhense, o Sindaftema espalhou nas ruas de São Luís dezenas de outdoors nos pontos de maior movimentação. Com o slogan “Fisco Eficiente, Estado Fortalecido”, a intenção também é de conscientizar a sociedade sobre a importância do papel do Auditor Fiscal para manter o Maranhão no patamar o qual se encontra.

A íntegra da pesquisa pode ser vista no site da Firjan, através do link http://www.firjan.com.br/publicacoes/publicacoes-de-economia/a-situacao-fiscal-dos-estados.htm#pubAlign

Fonte: Sindaftema

Crise fiscal, reformas e pacto federativo deram o tom na abertura do 18º Encontro do Fisco

A abertura oficial do evento técnico anual dos auditores-fiscais da Receita Estadual do RS, que este ano tem a sua 18º edição realizada na cidade serrana de Bento Gonçalves (RS), foi marcada por discursos que pontuaram a crise fiscal gaúcha e brasileira, as reformas tributária, trabalhista e previdenciária, além de discutir as decisões políticas que exercem reflexos na economia e no desenvolvimento social.

“Será mesmo preciso desmontar o arcabouço de regras protetivas do trabalho para modernizar e gerar empregos”, questionou o presidente do Sindicato da Administração Tributária do Estado do RS (Sindifisco-RS), Celso Malhani, que provocou a plateia e as autoridades políticas presentes na abertura do evento: “De repente, os trabalhadores, em especial os do serviço publico, saíram do conceito de hipossuficientes na relação de trabalho e passaram à condição de algozes da sociedade”.

Malhani também mencionou o atual momento histórico que vive o estado e o país e alertou para a necessidade de os governantes refletirem muito sobre suas escolhas políticas. “É um momento que exige um posicionamento claro e firme em nossas ações, para que ali adiante, quando a história nos cobrar, tenhamos a certeza de nossas convicções e motivações para ter adotado essa ou aquela visão social e de Estado, uma certeza que nos permita olhar nos olhos de nossos vizinhos, colegas, filhos e até netos e dizer com sinceridade: eu estava convicto de que era o melhor para o Brasil, para o nosso estado, para a nossa categoria e para a nossa família”, afirmou o presidente do Sindifisco-RS.

 Segundo o dirigente, as unidades da federação estão reféns da concentração crescente de receitas tributárias na União. “Esta condição se dá através da drenagem econômico-financeira para pagamento de uma dívida que, pelo período que exigiu mais de nosso povo do que deveria, já está paga”, disse Malhani. Ele explicou que esta situação também se estabelece pela ausência de compensação da desoneração tributária imposta pela Lei Kandir, “que nos excluiu receita anual relevante, resultando neste endividamento que agora nos escraviza e nos submete ainda mais à imposição da União”, concluiu.

Abel Ferreira, presidente da Associação  dos Fiscais de Tributos Estaduais do RS (Afisvec), entidade que promove o Encontro do Fisco em conjunto com o Sindifisco-RS, afirmou que os governos, independente de partidos, vem retirando direitos dos trabalhadores públicos e privados. “Observa-se que o desmonte dos direitos previdenciários não se origina de propostas de partidos, o que é mais perigoso, uma vez que são provenientes de interesses econômicos que se escondem atrás dos partidos e de membros do Congresso Nacional e de Assembleias Legislativas”, criticou o dirigente. O auditor-fiscal também afirmou que decisões que afetam milhares de pessoas não são discutidas pela sociedade, nem por membros do Legislativo. “As decisões são aprovadas através de ameaças, urgências e de atropelos, a pedido do governo do momento e de forças outras que trabalham por trás”, denunciou Ferreira.

Também discursaram na abertura do Encontro o secretário da Fazenda Estadual, Giovani Feltes, o secretário adjunto, Luiz Antônio Bins, e os presidentes da Fenafisco, Charles Alcântara, e da Febrafite, Roberto Kupski.

Fonte: Sindifisco-RS