Agosto 2020
Terça, 01 Setembro 2020 10:27

PIB recua 9,7% no segundo trimestre

Dados foram divulgados hoje pelo IBGE

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 9,7% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.

Publicado em Na Mídia

Atualmente, 17 setores intensivos em mão de obra são beneficiados pela medida, prevista para acabar no fim do ano

BRASÍLIA - A votação do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de salários de setores intensivos em mão de obra somente deverá ocorrer no dia 9 de setembro.

Publicado em Na Mídia

As chamadas despesas discricionárias - que não são vinculadas a contas obrigatórias e incluem investimentos - devem se limitar a quase 6% do orçado, ou R$ 96 bilhões

O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2021 elaborado pelo governo prevê que a despesa total será de R$ 1,516 trilhão no ano que vem, o equivalente a 19,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Publicado em Na Mídia

Pedido é necessário para evitar rompimento de regra que impede que Executivo se endivide para pagar despesas correntes

BRASÍLIA - O governo terá que pedir autorização do Congresso para gastar R$ 453,7 bilhões em 2021. As despesas incluem o pagamento de benefícios previdenciários, salários e parte do Bolsa Família.

Publicado em Na Mídia

Se veto for derrubado e o benefício fiscal sobre pagamento de salários for mantido até o fim do ano, governo terá que cortar despesas

A proposta orçamentária para 2021, apresentada ontem pelo governo, prevê o menor nível para as despesas discricionárias (investimentos e custeio da máquina administrativa) da série histórica. Elas cairão de R$ 116,4 bilhões em 2019 para R$ 96,05 bilhões. Para chegar a esse valor, o Ministério da Economia considerou o fim da desoneração da folha de 17 setores da economia, que ainda será avaliado pelo Congresso Nacional.

Publicado em Na Mídia

Proposta orçamentária projeta rombos de 2021 a 2023 que, somados, vão a R$ 573 bilhões; apesar do quadro fiscal dramático, tendência é que déficit diminua de ano a ano

BRASÍLIA - As contas públicas devem ficar no vermelho até a virada de 2026 para 2027, o que resultará numa sequência de pelo menos 13 anos de rombos sucessivos, segundo previsão do próprio Ministério da Economia. Ontem, o governo encaminhou ao Congresso Nacional uma proposta orçamentária prevendo déficits entre 2021 e 2023 que, somados, resultam em um buraco de R$ 572,9 bilhões.

Publicado em Na Mídia

Bolsonaro decidiu anunciar prorrogação da assistência com mais 4 parcelas de R$ 300

A prorrogação do auxílio emergencial pago a informais por mais quatro meses, com parcelas de R$ 300, prevista para ser anunciada nesta terça-feira (1º) no Palácio do Planalto, deve ampliar os gastos da União neste ano em mais R$ 100 bilhões.

Publicado em Na Mídia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo quer trocar as contribuições patronais sobre a folha de pagamentos por um imposto digital, nos moldes da antiga CPMF.

Publicado em Na Mídia