Mais de 30 empresas do Amapá serão notificadas por sonegação fiscal que soma R$ 8 milhões

Irregularidades são referentes a 2015. Dado foi divulgado pela Receita Federal. Empresas podem se regularizar.

No Amapá, um total de 34 empresas que caíram na malha fina em 2015 serão notificadas pela Receita Federal a partir deste mês. Juntas, elas somam mais de R$ 8 milhões em irregularidades fiscais. As divergências nas declarações foram apuradas pela Malha Fiscal Pessoa Jurídica. De acordo com a Receita Federal no estado, as empresas ainda têm tempo para corrigir as irregularidades.

“Vai ser dado um prazo para elas se regularizarem, apresentarem retificação e pagamento, de acordo com a situação. Não atendendo, aí vai ser feito o lançamento também”, explica o auditor e delegado adjunto da Receita Federal no Amapá, Adelmo Freires.

O demonstrativo das inconsistências e as orientações para a autorregularização vão constar na carta a ser enviada ao endereço cadastral constante do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e na caixa postal dos contribuintes. A caixa postal pode ser acessada no site da Receita, no portal e-CAC.

A malha fina funciona como uma peneira feita pelo Fisco para apurar se um contribuinte ou empresa está sonegando imposto. Empresa que cai na malha fina pode até mesmo ser alvo de uma investigação mais aprofundada.

Entre março e maio deste ano, foram autuadas 10 empresas que apresentaram irregularidades referentes a 2014, somando um montante de R$ 2 milhões não declarados. Em todo o país, o fisco autuou mais de cinco mil empresas nesse ano.

Em todo o Brasil, em junho serão iniciadas as ações referentes ao ano-calendário 2015, com envio de cartas para mais de 14 mil empresas que apresentam inconsistências nos recolhimentos e declarações de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de aproximadamente R$ 1,5 bilhão.

Para consultar a situação do próprio CPF ou CNPJ o cidadão pode acessar o site da Receita Federal. É necessário fazer um cadastro para ter acesso aos dados.

Fonte: G1

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