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Terça, 12 Dezembro 2017 13:19

Trabalho Parlamentar

Nos dias 12 e 13 de dezembro de 2017, a Fenafisco junto aos sindicatos filiados realizarão trabalho parlamentar na Câmara dos Deputados e participa, também, do "Seminário Desigualdade Social e Sistema Tributário".

No dia 12, os trabalhos iniciarão às 8h30 no "Seminário Desigualdade Social e Sistema Tributário", no auditório do Sindicato dos Bancários, o enfoque principal será o projeto de Reforma Tributária para o Brasil Anfip/Fenafisco- Programação em anexo.  A reunião preparatória para os Trabalhos Parlamentar acontecerá na sede da Fenafisco, no dia 12 às 15h.

Convocação em anexo.

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O "Seminário Desigualdade Social e Sistema Tributário", será realizado no próximo dia 12 de dezembro de 2017 (terça-feira).
O seminário, está sendo organizado pelo Conselho Federal de Economia e pela Oxfam (com apoio da Fenafisco e da Anfip), no evento serão divulgadas as linhas gerais das atividades desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho Reforma Tributária Anfip/Fenafisco.
O painel "O Papel da Tributação na Redução de Desigualdades" será coordenado pela Fenafisco.
Saiba mais sobre o Seminário na programação em anexo.

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Charles Alcantara*

Um presidente que ostenta a rejeição da quase totalidade da sociedade brasileira, não se preocupa mais em disfarçar que governa para uma pequena fração que atende pelo nome de “mercado”. O título pode ser genérico, mas a realidade tem endereço, CNPJ e, muitas vezes, contas secretas em paraísos fiscais. São grandes empresários que receberam mais de R$ 200 bilhões em renúncias fiscais em 2016; outros tantos que sonegam R$ 500 bilhões anualmente, somente em tributos federais; notórios devedores beneficiados por anistia, muitos dos quais deputados e senadores que votaram para impedir que o presidente fosse investigado por corrupção.

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Nova versão do projeto do governo promove desmonte do serviço público.

O Sindifisco Pará alerta a sociedade sobre a reforma previdenciária que o Governo tenta emplacar no Congresso Nacional, um duro golpe contra a classe trabalhadora. O novo texto da reforma vem mais agressivo contra os servidores públicos, com um conjunto de iniciativas para promover um desmonte do serviço público no país.

Diretoria do Sindifisco-MG organizou manifestações em BH e nas unidades do interior

As quatro categorias de servidores da Secretaria de Fazenda paralisaram suas atividades nesta quinta-feira, quinto dia útil do mês, em protesto contra o atraso dos salários e a indefinição em relação ao pagamento do 13º. Seguindo orientação dos sindicatos, os servidores se concentraram do lado de fora das unidades e, em alguns locais, afixaram faixas com mensagens de protesto. Em outras, os servidores se reuniram no interior das repartições.

O SIPROTAF esteve presente na tarde de terça-feira (05/12) na praça Alencastro em ATO PUBLICO DE REPUDIO contra a tentativa de aprovação do desmonte da Previdência Pública.

No ATO PÚBLICO os ATEs protestaram contra a falácia que o Governo está tentando disseminar ao dizer que o rombo da previdência seria culpa dos servidores públicos por possuírem possíveis “privilégios”.

A despeito da intensa campanha midiática em prol da austeridade e da contenção de gastos públicos, a grande maioria da população rejeita o Estado mínimo. Oito em cada dez brasileiros acredita que o governo deve atuar para reduzir a disparidades entre ricos e pobres, revela a pesquisa “Nós e as Desigualdades”, encomendada pela ONG Oxfam Brasil ao Instituto Datafolha.

Além disso, 82% dos entrevistados esperam que a União tenha como prioridade diminuir as discrepâncias regionais e que o governo federal deve transferir recursos para que os estados possam oferecer serviços públicos de qualidade.

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Os fazendários cearenses atenderam à convocatória das centrais sindicais e se uniram ao movimento sindical e popular, na manhã desta terça-feira (5/12), em um grande ato contra a reforma da previdência. Os manifestantes se concentraram próximo ao cruzamento das avenidas da Universidade e Treze de Maio, no Benfica, e seguiram pelas ruas do Centro, até a agência da previdência social, na Rua Pedro Pereira. Mais de cinco mil pessoas participaram do protesto na Capital.

A informação dada pelo governador Rui Costa, em seu programa Papo Correria, de que autorizou realização de concurso na Sefaz apenas para 60 vagas de auditor fiscal, revoltou os fazendários e aumentou mais ainda o fosso entre o governo e a categoria. Primeiro, pelo número de vagas, insuficiente para atender a demanda existente. E segundo, pela discriminação embutida na medida, pois exclui os agentes de tributos. O que até ontem era uma boa notícia se transformou em um galão de querosene em uma fogueira que já arde.

A ANFIP e a Fenafisco (Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital) iniciaram, no último sábado (2/12), uma campanha na mídia para reforçar a defesa dos servidores públicos e esclarecer as mensagens publicitárias do governo onde coloca o funcionalismo público como “vilão” da Previdência Social. O que não é verdade!

Na versão on-line do Correio Braziliense, editoria de Cidades, as logomarcas das duas entidades aparecem no topo do site, no banner superior, com a frase: ANFIP e Fenafisco na defesa dos servidores públicos.

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