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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência realizará a terceira audiência pública interativa na segunda-feira (15). A CPI foi criada com o objetivo de investigar a situação financeira da Previdência Social.

Publicado em PEC 287/2016

Doze meses após a posse de Michel Temer na Presidência, o Governo planeja apresentar ou apoiar neste ano ao menos mais duas reformas, a tributária e a política. Em entrevista ao EL PAÍS, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, diz que não há mais espaço para alterações na reforma da Previdência e que conta com o apoio de sua base para aprová-la, já que 411 dos 513 deputados federais declaram ser governistas. Um termômetro nas últimas semanas, contudo, foram as mais de 80 traições na votação da reforma trabalhista, quando até peemedebistas foram contrários a uma das propostas pilares do Governo. Um dos homens fortes de Temer e considerado um eixo da articulação política do Governo, Padilha é um dos oito ministros investigados no Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato. Na entrevista, ele disse ter sido orientado por seus advogados a não falar do caso na imprensa.

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BRASÍLIA — Ao completar nesta sexta-feira um ano no poder, após a saída temporária de Dilma Rousseff do Planalto quando o Senado abriu o processo de impeachment, Michel Temer faz um balanço positivo de sua gestão, destacando as reformas que vêm sendo implementadas e a melhora na perspectiva econômica.

Em entrevista exclusiva ao GLOBO, o presidente diz não se incomodar com seus 9% de aprovação popular, embora faça questão de ressaltar que ela aumentará, e afirma que a oposição a suas iniciativas no Congresso tem como fundo questões de natureza política, e não de conteúdo. Temer admite que o governo ainda não tem garantidos os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara, mas se mostra confiante de que nas próximas semanas chegará ao patamar de 320 votos necessários para ter margem de segurança na votação.

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Presidente da Câmara se reúne com presidente do STF, Cármen Lúcia, depois que o ministro Fachin liberou acesso a três entidades para sessões de votação da reforma. Deputado classificou a reunião como “conversa” sobre os limites da decisão

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reuniu hoje (11) com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, para tratar da decisão do também ministro da Corte Edson Fachin de garantir o acesso do público ao Congresso.

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